Com valor menor, São Paulo já vende ingressos para jogo com o Avaí

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O São Paulo abriu para todo público, nesta quarta-feira, a venda de ingressos para o jogo contra o Avaí, às 16h de domingo, no Morumbi. Os sócios-torcedores tiveram exclusividade para comprar desde o início da semana.

Os valores estão menores do que no clássico do fim de semana passado, contra o Corinthians. As arquibancadas, que variaram entre R$ 50 e R$ 70 no Majestoso, agora custam entre R$ 30 e R$ 50 (veja a relação completa de valores abaixo).

TABELA
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O São Paulo adota desde o ano passado a chamada precificação dinâmica, que mudando o valor dos ingressos de acordo com a atratividade de cada jogo.

Os ingressos estão à venda no site da Total Acesso. A partir desta quinta, será possível comprar também em bilheterias físicas, no Morumbi e em outros três postos. Veja todas as informações:

> INGRESSOS PARA A TORCIDA DO SÃO PAULO

VALORES
ARQUIBANCADAS – VENDA SOMENTE ONLINE EM http://spfc.totalacesso.com
Arquibancada Amarela (Norte) > R$ 30 / R$ 15 ½ entrada
Arquibancada Laranja (Sul) > R$ 30 / R$ 15
Arquibancada Azul (Leste) > R$ 50 / R$ 25 ½
Arquibancada Vermelha (Oeste) > R$ 50 / R$ 25 ½

CADEIRAS SUPERIORES
Cadeira Superior Amarela (Norte) > R$ 80 / R$ 40 ½
Cadeira Superior Laranja (Sul) > R$ 80 / R$ 40 ½

Cadeira Especial Azul (Leste) > R$ 120 / R$ 60 ½
Cadeira Especial Vermelha (Oeste) > R$ 120 / R$ 60 ½

Morumbi Premium (Leste) > R$ 180 / R$ 90 ½

Cadeira Cativa Azul (somente proprietário)* > R$ 50
Cadeira Cativa P16 (somente proprietário)* > R$ 50
*venda nas bilheterias 01, 03 ou 05

CADEIRAS TÉRREAS – VENDA SOMENTE ONLINE EM http://spfc.totalacesso.com
Cadeiras Térreas P02 e P04 (Leste) > R$ 80 / R$ 40 ½
Cadeiras Térreas P18 (Oeste) > R$ 80 / R$ 40 ½

Cadeira Térrea Sócio P02, P04 e P18* > R$ 40
*venda somente na bilheteria 3 interna

Setor PCD Acompanhante* > R$ 15
*O PCD terá o direito de comprar até 1 (um) ingresso para seu acompanhante, desde que esta necessidade esteja prevista em sua Carteira de PCD ou seu Laudo Médico. Demais acompanhantes deverão pagar o valor integral do setor, ou, fazer uso do direito da meia entrada mediante a apresentação de documento comprobatório. Os ingressos estão sujeitos ao esgotamento.

CAMAROTES
Espaço do Sócio P04 > R$ 30
*venda somente na bilheteria 3 interna

Corporativo (Empresas) > R$ 50
*venda direto com os camarotes

– VENDA PARA A TORCIDA DO SÃO PAULO:

ONLINE: a partir das 10h de 16/10/2019 em http://spfc.totalacesso.com
______

BILHETERIAS DO MORUMBI

17 a 19/10 – das 10h às 17h
Atendimento ao público geral: bilheteria 03
Atendimento a cadeiras cativas: bilheteria 01
Atendimento a camarotes: bilheteria 03 interna

20/10 (dia do jogo)
Atendimento ao público geral: bilheteria 03 – das 10h às 16h45
Atendimento ao torcedor PCD: bilheteria 06 – das 10h às 16h45

______

DEMAIS PONTOS DE VENDA PARA TORCIDA DO SÃO PAULO
*sujeitos a disponibilidade

Estádio Conde Rodolfo Crespi – Juventus
Rua Javari, 117, Moóca – São Paulo
17, 18 e 19/10, das 11h às 17h

Estádio Anacleto Campanella
Rua Walter Tomé, 64 – São Caetano
17, 18 e 19/10, das 11h às 17h

Ginásio do Ibirapuera
Rua Manuel da Nóbrega, 1361 – São Paulo
17, 18 e 19/10, das 11h às 17h
————————————————–

INGRESSOS PARA A TORCIDA VISITANTE
VALOR

Arquibancada Visitante > R$ 50 / R$ 25 ½

Somente no dia da partida (20/10), na bilheteria 05 do portão 15: das 14h às 16h45

Smith questions Bayliss' tactics

Australia’s vice-captain Steven Smith has followed up his unbeaten stand of 259 with Chris Rogers by delivering a verbal whack to his former state coach Trevor Bayliss

Daniel Brettig at Lord's16-Jul-2015

Steven Smith played his shots on and off the pitch•AFP

Australia’s vice-captain Steven Smith has followed up his unbeaten stand of 259 with Chris Rogers by delivering a verbal whack to his former state coach Trevor Bayliss, stating that he was very surprised the former New South Wales mentor allowed England’s captain to revert so quickly to the defensive.It was the first time any member of the Australian squad had offered anything but praise of Bayliss, signalling their intention to take the gloves off in their efforts to square the Investec Ashes series after a poor performance and heavy defeat in the first Test at Cardiff.”Look I was a little bit surprised that Trevor Bayliss would allow Alastair Cook to have a deep point for as long as he did today to be honest,” Smith said matter-of-factly. “I think it was a good pitch to bat on but they got defensive quite quickly. I know that’s one thing we’re certainly not going to do.”I think it was a good toss to win and I think we have made the most of the first day which was pretty important for us. We didn’t play as well as we could in Cardiff and we copped a lot for that and rightfully so, so it was pretty important for us to start this test well and hopefully we can capitalise and make a big first innings score.”It’s pretty crucial to make this first innings count. The wicket’s a little bit slower than it traditionally is here at Lord’s, hopefully we can get a big first innings and hopefully the wicket will slow up a little bit and take a little bit of turn and we can get Nathan Lyon into the game nice and early.”Smith’s barb was unquestionably deliberate, as he remarked “you’re welcome” more than once to expressions of surprise at his words. Alongside Rogers, Smith was intent on making a statement after already having done so with the bat. He was feeling better about life than in Cardiff, when a pair of starts piled on the pressure for him to perform at Lord’s following an indifferent run at the ground – he made his debut here in 2010 against Pakistan but had yet to pass 50 entering this match.”I haven’t had a great run at Lord’s with the bat in my first couple of games I’ve played here,” he said. “It was something I really wanted to rectify, particularly after last week, I got 33 in both innings and didn’t go on with it. I was quite disappointed the way I got out particularly in the first innings to Moeen Ali. I think I played him a lot smarter today, I just waited on his loose balls and didn’t look to go after him too much.”It was extremely satisfying to score runs today and put on such a big partnership with Chris.”There was one moment’s fright for Smith, as on 50 he edged Ben Stokes to Ian Bell at second slip, only for the fielder to miss a difficult low chance. Rogers had been similarly lucky when an edge in the day’s first over flew over the slips.”I wanted to really make it count after I gave a chance on 50,” he said. “I think that edge kind of maybe made me a little more aware of where my off stump was, I started to leave a little bit better after that and feel more comfortable at the crease.”Smith did not miss again, in the middle nor in the media.

Fluminense pressiona, mas fica no empate com a Chape e se complica

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O empate em 1 a 1 entre Fluminense e Chapecoense, na noite deste sábado, no Maracanã, não foi bom para ninguém nesta rodada do Campeonato Brasileiro. As duas equipes precisavam da vitória para se afastar cada vez mais o pesadelo do rebaixamento. Os catarinenses abriram o placar com Everaldo ainda no primeiro tempo, suportando uma enorme pressão do Tricolor, que conseguiu o empate na etapa final com Marcos Paulo, novidade no time titular neste duelo no lugar de Paulo Henrique Ganso.

Com o resultado, o Fluminense chegou a 30 pontos, na 16ª posição do Campeonato Brasileiro – terá que torcer para o Cruzeiro não derrotar o Fortaleza para não terminar a rodada na zona de rebaixamento. A Chapecoense, por sua vez, chegou a 18 pontos, no 19º lugar. Ambas as equipes voltam a campo pela competição na quarta-feira – enquanto o time de Marcão irá visitar o Ceará, a equipe comandada por Marquinhos Santos duela diante do Atlético-MG, no Independência.

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INACREDITÁVEL!
Logo no primeiro minuto de jogo, um lance inacreditável. Até agora, depois do jogo, os torcedores do Fluminense tentam entender como que o gol não saiu neste lance. Passando por todos na esquerda, Yony González finalizou e o goleiro João Ricardo fez uma defesa parcial. No rebote, bateu rasteiro e foi no pé da trave. No susto, a bola sobrou limpa para Nenê, que bastante perto errou o alvo. Os anjos da Chapecoense agiram perfeitamente para evitar que a equipe sofresse o primeiro gol cedo.

PRESSÃO DO FLU, MAS CHAPE MARCA
Nos minutos seguintes, o Fluminense seguiu pressionando demais a Chapecoense. Aos seis, Yony González mandou forte por cima. Cinco minutos mais tarde, Caio Henrique fez linda jogada, Wellington Nem ficou com o rebote, mas também mandou por cima. A pressão do time de Marcão não surtiu o efeito esperado, tanto que quem saiu na frente foi a Chape. Aos 26 minutos, Bruno Pacheco se lançou com velocidade e cruzou na medida certa para Everaldo, de cabeça, fazer o 1 a 0. Até o intervalo, o Fluminense seguiu pressionando, mas não conseguiu marcar.

SÓ PODIA SER DELE!
Após o intervalo, já no segundo tempo, o cenário da partida foi o mesmo da etapa inicial: pressão do Fluminense, com a Chapecoense se segurando de qualquer forma. João Pedro teve chance aos três, Yony González aos quatro, até que aos seis, Marcos Paulo, titular no lugar de Ganso nesta partida, fez o gol de empate. Depois de tabela de Daniel com Yony, a bola foi lançada, Marcos Paulo se adiantou e, de leve, estufou as redes da Chape, 1 a 1. Muriel fez uma incrível defesa dois minutos mais tarde e aos 41, mas o empate acabou confirmado. Resultado muito ruim para ambas as equipes, que seguem vivendo o drama da luta contra o rebaixamento.

FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE 1 X 1 CHAPECOENSE

Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 26/10/2019, às 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Savio Pereira Sampaio (DF) – Nota LANCE!: 6,5 (não influenciou no resultado, aplicando bem os cartões)
Assistentes: Daniel Henrique da Silva Andrade (DF) e Jose Reinaldo Nascimento Junior (DF)
Árbitro de vídeo (VAR): Igor Junio Benevenuto de Oliveira (MG)
Gramado: Bom
Público/renda: 17.731 pagantes/18.751 presentes/R$ 426.770,00
Cartões amarelos: Allan (FLU) e Maurício Ramos, Everaldo, Eduardo, Henrique Almeida (CHA)
Cartão vermelho: –

GOLS: Everaldo 26’/1ºT (0-1) e Marcos Paulo 6’/2ºT (1-1)

FLUMINENSE: Muriel, Gilberto, Nino, Digão e Caio Henrique; Allan, Daniel (Lucão 31’/2ºT) e Nenê; Wellington Nem (João Pedro intervalo), Marcos Paulo (Paulo Henrique Ganso 40’/2ºT) e Yony González. Técnico: Marcão.

CHAPECOENSE: João Ricardo, Eduardo (Renato 30’/2ºT), Rafael Pereira (Hiago 20’/2ºT), Maurício Ramos e Bruno Pacheco; Elicarlos, Márcio Araújo e Camilo (Dalberto 22’/2ºT); Roberto, Henrique Almeida e Everaldo. Técnico: Marquinhos Santos.

Cabeça na Libertadores? Everton Ribeiro garante 'melhor Flamengo' diante do Goiás

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Enquanto a expectativa cresce pela disputa da decisão da Libertadores, no dia 23 de novembro, o time do Flamengo precisa manter o foco na disputa do Brasileirão, o qual lidera com 10 pontos de vantagem sobre o Palmeiras, vice-líder. Nesta quinta, o adversário será o Goiás, e o discurso, como de costume, é de que este jogo é o mais importante no momento, confirmou Everton Ribeiro.

-O mais importante é o próximo jogo. Foi assim que chegamos aos resultados que nos deram essa vantagem e é assim que continuaremos pensando – disse o meia do Flamengo, que herdou a braçadeira de capitão na ausência de Diego.

Invicto há 15 rodadas do Brasileirão, o Flamengo terá o apoio da torcida no Serra Dourada. O Goiás disponibilizou cerca de metade da capacidade das arquibancadas aos rubro-negros, que já adquiriram mais de 16 mil ingressos.

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‘Sempre esperamos jogos difíceis. Sabemos que o Brasileirão é muito competitivo, e é uma motivação a mais jogar contra nós, pelo momento que estamos passando’, avaliou o meia Everton Ribeiro.

Após a entrevista, Everton Ribeiro juntou-se aos atletas do Flamengo na parte interna do CT do Flamengo. A atividade desta quarta não será acompanhada pela imprensa, com o Jorge Jesus mantendo as dúvidas quanto à escalação da equipe que entrará em campo no Estádio Serra Dourada, às 20h, nesta quinta.

Como já é prática, o técnico deve colocar força máxima em campo. Sem jogadores suspensos ou lesionados, o Mister tem todo grupo à disposição. Pablo Marí, que cumpriu suspensão diante do CSA, retorna no lugar de Thuler.

Everton Ribeiro comentou o possível desgaste do elenco por Jorge Jesus não rodar tanto a equipe principal, reforçando que a estratégia tem dado certo.

-O desgaste nesse período do ano e normal. São muitos jogos, viagens… O Mister tem uma visão de futebol que vem dando certo, o clube nos dá todas condições e tenho certeza que colocará o melhor time em campo para esse jogo contra o Goiás, é um jogo muito importante para nós – afirmou o camisa 7.

A provável escalação do Flamengo tem Diego Alves; Rafinha, Marí, R. Caio e Filipe Luís; Arão, Gerson, Everton Ribeiro e Arrascaeta, B. Henrique e Gabigol.

Confira outras respostas do meia Everton Ribeiro nesta quarta-feira:

Incerteza da final da Libertadores em Santiago
Pelo que sabemos, a Conmebol já deu a certeza que será lá. Estamos com a cabeça no Chile, em ir para essa grande decisão. Caso mude, mudamos o pensamento. Nosso foco é na final para jogar no Chile.

Procura e pedidos por ingressos da decisão
O que mais recebo nas redes sociais é pedido de ingressos. Muita gente querendo estar com a gente, os familiares querem e vão estar, se Deus quiser. A procura é grande, fica pequeno com os poucos lugares (disponibilizados exclusivamente à torcida do Flamengo). A torcida, independente de quem estiver lá, vai estar grande no mundo inteiro.

Vitória do River Plate no Campeonato Argentino, nesta terça, sobre o Colón
Acabei dando uma passada e vi que venceram. O momento certo de observar será mais para frente. O foco é total no Brasileirão, que temos o sonho de alcançar o título brasileiro também.

Anisa Mohammed strikes seal narrow win for WI

A three-wicket haul from offspinner Anisa Mohammed guided West Indies Women to a narrow four-run victory against Pakistan Women in Chennai

ESPNcricinfo staff16-Mar-2016
ScorecardStafanie Taylor top-scored with 40 to take West Indies Women to 103•IDI/Getty Images

A three-wicket haul from offspinner Anisa Mohammed guided West Indies Women to a narrow four-run victory against Pakistan Women in Chennai.Chasing a seemingly small target of 104, Pakistan were dealt a serious blow early in their innings when the opener Javeria Khan was struck below her ear in the first over off a bouncer from Shamilia Connell. Javeria was immediately stretchered off the field and taken to a nearby hospital. Javeria underwent a CT scan, and is understood to now be conscious.Sidra Ameen and Bismah Maroof steadied the innings with a patient 40-run stand, but three quick blows from Mohammed swung the contest decisively West Indies way. First, Mohammed removed Ameed in the ninth over before proceeding to dismiss both Aliya Riyaz and Maroof in the 11th. It left Pakistan needing 60 off the last 56 balls, but the momentum was in West Indies’ hands. Muneeba Ali (15), Sana Mir (18) and Asmavia Iqbal (19) all chipped in with handy knocks to keep Pakistan in sight of the target, but their slow run-rate left the team needing 12 off the final over, bowled by Deandra Dottin.Dottin conceded three off the first ball, but Pakistan failed to find the boundaries – the team managed just five in their entire innings – as West Indies hung on to open their account. Mohammed ended with figures of 4-1-25-3.Earlier, Anam Amin picked up 4 for 16 to wreck West Indies’ top and middle order and keep the team to 103 for 8. West Indies’ captain Stafanie Taylor top-scored with 40, while Hayley Matthews and Merissa Aguilleira provided 15 runs each. Taylor stoked five boundaries during her 49-ball knock; the rest of the team combined managed just one.

Na contramão de outros laterais, Caio Henrique encontra sua posição e lidera estatísticas

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Por muitos anos o futebol brasileiro se acostumou a ver grandes laterais, principalmente os que se destacavam ofensivamente, se tornando meias de criação. Foi assim com Leonardo, Felipe, Zé Roberto, Athirson, Gilberto… Nesse Brasileirão, por exemplo, temos Daniel Alves, titular da Seleção Brasileira, vestindo a camisa 10 no São Paulo. Na contramão disso, vem Caio Henrique.

Criado nas divisões de base do Santos, Caio sempre foi meio-campista, exercendo diferentes funções nessa faixa do gramado. No Peixe e no Atlético de Madrid, clube que é dono de seus direitos, assim como no Paraná, chegou a atuar mais adiantado, mas nunca escondeu a preferência por jogar mais recuado, como um segundo homem da linha média.

Emprestado ao Fluminense, porém, ganhou mais uma experiência para adicionar ao seu currículo: lateral-esquerdo. E tem sido bem sucedido até agora. Deslocado por Fernando Diniz para ocupar a posição no início do ano, Caio vem sendo um dos destaques do Brasileiro na função. Tanto que vem sendo lembrado para a Seleção Olímpica.

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Contra o São Paulo, nessa quinta-feira, o camisa 19 fez uma linda jogada para o gol de Marcos Paulo, o segundo no triunfo carioca por 2 a 0. Foi apenas o seu segundo passe para gol no campeonato, mas o 42º para finalização, de acordo com dados do Footstats. É o único lateral a figurar entre os dez jogadores que mais dão assistências para seus companheiros concluírem, superando Marcos Rocha, do Palmeiras, com 41, e empatando com Arrascaeta, do Flamengo.

Apesar da qualidade ofensiva, Caio lidera ainda outros fundamentos, inclusive de defesa. Maior passador do Campeonato Brasileiro, com 1604 toques certos, é também o 5º maior ladrão de bolas da disputa, com 69 roubos corretos, a maior marca do Flu.

Números que confirmam a grande fase do polivalente jogador, que parece ter encontrado a sua real posição.

JOGADORES COM MAIS ASSISTÊNCIAS PARA FINALIZAÇÃO NO BRASILEIRO
– Dados do Footstats

1º – Éverton Ribeiro – Flamengo – 64
2º – Carlos Sánchez – Santos – 60
3º – Dudu – Palmeiras – 58
4º – Camilo – Chapecoense – 52
5º – Robinho – Chapecoense – 50
6º – Artur – Bahia – 47
7º – Cazares – Atlético-MG – 45
8º – Pedrinho – Corinthians – 44
9º – Caio Henrique – Fluminense – 42
Arrascaeta – Flamengo – 42

Na semana de aniversário do Allianz, Palmeiras fará 150º jogo na arena

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Após três anos, o Palmeiras volta a receber o Grêmio no Allianz Parque, neste domingo, às 16h, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com seguidos encontros no Pacaembu, o embate entre as duas equipes marcará o 150º jogo da arena, que na terça completou cinco anos de sua primeira partida oficial.

O único Palmeiras x Grêmio do Allianz ocorreu em 19 de outubro de 2016, pelas quartas de final da Copa do Brasil. Os times empataram em 1 a 1, resultado que classificou os gaúchos, enquanto o Verdão entrava na contagem regressiva para vencer o primeiro título brasileiro em 22 anos.

TABELA
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Desta vez, o Verdão precisa vencer para evitar que o Flamengo seja campeão com quatro rodadas de antecedência, enquanto o Grêmio tenta se firmar no G4. Na última vez que atuou na arena, contra o Ceará, o time alviverde comemorou sua 100ª vitória no local.

O retrospecto total do Palmeiras no Allianz é de 100 triunfos, 27 empates e 22 derrotas em 149 apresentações. São 275 gols marcados e 109 sofridos na casa de três títulos nacionais (dois Brasileiros e uma Copa do Brasil).

Atualmente, o Verdão defende 22 partidas de invencibilidade no novo Palestra Itália. Desde fevereiro, são 17 vitórias, cinco empates, 39 gols a favor e apenas seis contra. O time tenta se aproximar do recorde no Allianz Parque: 28 jogos sem perder, entre 2016 e 2017.

Após enfrentar o Grêmio, o Palmeiras terá mais dois jogos em casa neste Brasileiro: contra o Flamengo, pela 36ª rodada, e o Goiás, pela 37ª.

Havia o risco de o confronto com os rubro-negros acontecer no Pacaembu por conta dos shows do cantor Shawn Mendes, mas tanto o clube quanto a WTorre confirmaram o mando no Allianz. Este já é o ano em que o Palmeiras teve de sair mais vezes de sua casa por outros eventos: sete.

Com a distância para o líder e apenas 1% de chances de ser campeão, o Palmeiras deve ter o terceiro jogo seguido no Allianz Parque com menos de 30 mil pessoas. Até essa sexta, apenas 20 mil ingressos foram vendidos de forma antecipada.

Seamers, Rahane lift Supergiants to winning start

Rising Pune Supergiants made a sweet start to their life in the IPL, their seamers waylaying Mumbai Indians’ top order to set up a breezy nine-wicket win over the defending champions

The Report by Karthik Krishnaswamy09-Apr-2016
Scorecard and ball-by-ball details1:10

‘We tried our best’ – Harbhajan Singh

Rising Pune Supergiants made a sweet start to their life in the IPL, their seamers waylaying Mumbai Indians’ top order to set up a breezy nine-wicket win over the defending champions. Chasing 122, they got there with 32 balls to spare, Ajinkya Rahane steering them home with a fluent unbeaten 66 off 42 balls.The pitch had lost most of its early bite when Supergiants batted, and Rahane quickly got into the groove with a pair of straight-driven fours off Mitchell McClenaghan, in the first and third overs of the innings. Any residual chasing nerves Supergiants may have had dissipated in McClenaghan’s third over – the fifth of the innings – when both Rahane and Faf du Plessis picked up sixes off mis-hits; they probably would not have carried all the way on a bigger ground.Nonetheless, Supergiants were well on their way, and the openers put on 78 before du Plessis played on to Harbhajan. It left the rest of the batting a mere 44 to get from 62 balls, and Kevin Pietersen hastened their passage home with a couple of monster sixes off Harbhajan. The 15th over began with Supergiants needing eight to win, and Rahane finished the game with two sixes in four balls, clubbing Hardik Pandya over the long-on boundary and then ramping him over the third man boundary.Mumbai made life easier for Supergiants, with Jos Buttler fluffing a chance to run du Plessis out after a dreadful mix-up between the openers, and Shreyas Gopal missing a caught-and-bowled off Rahane.The season began on a Wankhede Stadium pitch dissimilar to the easy-paced, hit-through-the-line surfaces offered up during the World T20, and Mumbai, after surprisingly deciding to bat first, struggled against the seam movement and bounce. They only got as far as 121 because Harbhajan climbed into Pune’s bowling towards the end of the innings, clubbing an unbeaten 45 off 30 balls and scoring the bulk of the 41 runs Mumbai made in the last three overs.Till his intervention, they seemed to be struggling to even get to 100. Ishant Sharma, getting the ball to nip around and climb on the batsmen, and Mitchell Marsh, getting late swing away from the right-handers, reduced them to 30 for 4 by the end of the fifth over, and it became 40 for 5 when Rajat Bhatia trapped Kieron Pollard lbw with an offcutter in the eighth over.Apart from helping the quicker bowlers, the pitch was also offering Bhatia grip, and Mumbai struggled for rhythm against his stump-to-stump mix of cutters and slower balls. He finished with figures of 1 for 10 from four overs. Shreyas Gopal, who made 2 off 16 balls, faced nine balls from Bhatia and failed to score off any of them.Gopal’s stay at the wicket came to an end when he holed out to long-off off the bowling of M Ashwin, the debutant legspinner. Nerves were evident in the number of short balls M Ashwin sent down – they gripped and turned too much for the Mumbai batsmen to do very much with them – but he also bowled a couple of ripping googlies that hinted at the potential Supergiants must have seen in him to shell out INR 4.5 crore for his services.His more famous namesake R Ashwin, meanwhile, only bowled the one over, continuing a puzzling trend of being under-utilised by MS Dhoni. He struck with his first ball – just as Ishant, Marsh and Bhatia had also done – but that first ball came after a 15-over wait. Dhoni declined to use him after that, entrusting the final overs to RP Singh and Ishant. Though Harbhajan took heavy toll of those overs, Mumbai had made far too little before that for his runs to make too much of a difference.

Inspiração em comemorações, 'boom' nas pesquisas, mercado e referência com a garotada: a Gabigolmania

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No futebol brasileiro, o Flamengo, como costuma brincar Bruno Henrique, está em “outro patamar”. E o atual campeão nacional e da América tem em Gabigol o seu principal personagem dentro de campo. O sucesso do camisa 9 é tanto que os efeitos vão além e pavimentam a recente Gabigolmania.

Por exemplo, após o heroísmo do atacante na final da Libertadores contra o River Plate, dois jogadores na Argentina comemoraram os seus respectivos gols em alusão ao atacante rubro-negro – com os muques à mostra. O primeiro foiLuis Leal, do Newell’s Old Boys, justamente em duelo contra osMillonarios. Já o segundo, em vibração na última segunda-feira, veio da Segundona local, através deBrian Orosco, do Villa Dálmine.

‘BOOM’ NA NET

E aquela final ainda rende mais pano para manga.Segundo levantamento feito pela “Decode Research”, especializada em pesquisa digital, as procuras envolvendo o nome de Gabigol, além de Jorge Jesus e de demais menções sobre o Flamengo, tiveram um aumento astronômico.

Como parâmetro o dia 23 de novembro, o da final em Lima (Peru),Gabigol foi citado em mais de 3 mil matérias digitais na semana anterior à decisão, sendo 51% entre estrangeiros e 49% entre brasileiros. Já depois do título continental,
as buscas envolvendo o atacante rubro-negro e Jorge Jesus saltaram em 500% na Inglaterra, de acordo com o site.

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FICA EM 2020?

Como percebe-se, não é à toa que a negociação do Flamengo com Gabigol e seu estafe estásinuosa. Os extremos da corda estão sendo puxados. Cauteloso, o Fla acena ceder aos altos pedidos do centroavante, que, por sua vez, aguarda as movimentações do mercado e da Inter de Milão – que o emprestou até dezembro e pretende vendê-lo – para decidir o seu futuro.

Gabigol pode ser adquirido em definitivo pelo Flamengo por uma quantia na casa dos 15 milhões de euros (cerca de R$ 70 milhões). Oficialmente, o clube carioca não pretende tecer detalhes contratuais antes do Mundial de Clubes, a ser disputado em meados de dezembro, em Doha.

Cabe destacar que o camisa 9 é o artilheiro do Fla na temporada, do Brasileiro e da Libertadores – com 42 gols em 55 jogos, ao todo. É possível que Gabriel Barbosa brilhe no Qatar e, independente de ficar ou não em 2020, se torne ainda mais ídolo da Nação. Aliás, hoje é referência até para não rubro-negros.

Gabigol já foi muito tietado por crianças gremistas e palmeirenses, inclusive pelo filho de Felipe Melo, o que fez com que parte da torcida não digerisse bem, antes de jogos do Flamengo, fora de casa. Ou seja, é inegável que temos um cada vez mais raro protagonista a nível nacional em nosso futebol.

30 anos do bicampeonato brasileiro: A 'SeleVasco' ganha forma

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O Campeonato Brasileiro de 1989 trouxe a coroação de uma das muitas gerações históricas do Vasco. Em uma saga digna de um navegador que não teme mares revoltos, o Cruz-Maltino, que já havia saboreado o bicampeonato estadual em 1987 e 1988, fez uma fuzarca que estava presa na garganta havia muito tempo.

– Já se passavam 15 anos sem conquistas no Brasileiro, e a gente vinha de um ano anterior no qual batalhou muito. Tínhamos sido bicampeões cariocas, chegamos às quartas de final no Brasileiro de 1988. Havia cobrança e sabíamos que tínhamos time para vencer o título – detalha, ao LANCE!, Sorato, atacante até hoje não é esquecido por ter feito “de cabeça o gol do bi em pleno Morumbi”, na vitória por 1 a 0 sobre o São Paulo, na decisão.

No entanto, o desafio até a caravela chegar ao rumo do título brasileiro foi bem intenso.

– Nosso primeiro semestre foi bem frustrante. A gente não foi bem no Estadual, e deixou escapar o sonho do tricampeonato em um jogo com o Nova Cidade (empate em 2 a 2, em São Januário). Aquilo deixou todo mundo irritado – recordou o volante Zé do Carmo.

O segundo semestre de 1989 na Colina foi marcado por mudanças. Sérgio Cosme deixou o comando da equipe para a entrada de Nelsinho Rosa (que já se destacara como treinador anteriormente por vencer dois estaduais no Fluminense). Só que a novidade da equipe daria o que falar.

– O Roberto Dinamite foi emprestado para a Portuguesa naquele Brasileiro, e o Romário foi negociado no ano anterior (com o PSV). Saíam dois ídolos e o Vasco anunciou a contratação do Bebeto, que era o maior destaque do Flamengo, o maior rival do Cruz-Maltino, e da maneira como a negociação aconteceu – disse Bismarck, um dos jogadores formados na base cruz-maltina.

E tendo como “cereja do bolo” um artilheiro que virou casaca, o Cruz-Maltino se preparava para fazer história.

– Não era à toa esse apelido não. Bebeto dispensa comentários, já naquela época tinha sido campeão da Copa América e era convocado o tempo todo. Acácio, Tita, eu, Bismarck, Marco Antônio Boiadeiro tínhamos passagem pela Seleção. Sorato tinha sido chamado na Seleção Sub-20, Quiñonez na seleção do Equador… Só Marco Aurélio não tinha sido convocado! – garantiu Zé do Carmo.

BEBETO: CONSAGRAÇÃO APÓS O ‘FOGO CRUZADO’ DE UMA RIVALIDADE

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A oficialização de Bebeto como reforço do Vasco acirrou os ânimos de uma rivalidade. Após 28 dias de uma negociação marcada por “acordos, impasses e blefes” (segundo destacou a revista “Placar” na época), o mandatário Antônio Soares Calçada e o vice de futebol Eurico Miranda aproveitaram o impasse da renovação do atacante com o Flamengo para tirá-lo da Gávea. O craque. 30 anos depois, não esconde que se emociona por ter feito seu talento com a camisa cruz-maltina falar mais alto do que as polêmicas entre rivais.

– Era mais um desafio na minha vida. Nunca quis sair do Flamengo, mas quando cheguei ao Vasco, fui recebido com tanto amor e tanto carinho pela torcida… Poder conquistar o Brasileiro marcou muito minha carreira, foi emocionante. O time da gente era muito bom – destacou.

Porém, a escolha do jogador quase lhe rendeu dores de cabeça.

– Foi uma troca muito conturbada não só para ele, como também para a vida da família dele. Eu me lembro que o Bebeto estava sempre muito preocupado. Ele recebia ameaças de que iriam fazer besteiras com a família dele – revelou Bismarck que, em seguida, contou:

– Procuramos acolhê-lo da melhor forma possível. Bebeto precisava da nossa ajuda – complementou o meia-atacante.

Bebeto estreou só na terceira rodada com a camisa 9 cruz-maltina. E não demorou a mostrar serviço: abriu o placar para a virada por 2 a 1 sobre o Santos. Seria o primeiro dos seis gols que anotou em 12 jogos na conquista do Brasileirão.

‘MESCLA QUE SEMPRE FUNCIONOU NO VASCO’

A lista de reforços do Cruz-Maltino não se restringiu a Bebeto. O clube acertou o retorno de Tita e anunciou o lateral-direito Luiz Carlos Winck, o volante Andrade, o meia Marco Antônio Boiadeiro e o ponta Tato. Em meio às novidades, a equipe contou com a voz da experiência

– Acho que o fato de Andrade, eu, Bebeto e Tita termos vencido o Brasileiro contribuiu para o elenco. Éramos um pouco mais calejados, passávamos um pouco da nossa experiência para uma equipe repleta de qualidade – disse Tato, que já havia sido campeão brasileiro pelo Fluminense em 1984 e foi titular em boa parte da campanha cruz-maltina.

O Cruz-Maltino tinha em seu elenco o goleiro Acácio, o lateral Mazinho e, na linha de frente, ainda contava com crias da base, como William, Bismarck e Sorato, jovens com muita vivência. Só que um setor ainda trazia preocupação.

– Célio (Silva) e o Marco Aurélio, que tinha muito bom posicionamento, formavam a dupla de zaga com frequência. Em algumas vezes, entrava o Leonardo. Mas a gente dava algumas bobeiras, oscilava um pouco – afirmou Zé do Carmo.

A diretoria buscou no exterior a solução: titular da seleção do Equador, Quiñonez vestiu a camisa cruz-maltina e ficou eternizado tanto por seu estilo de jogo quanto por “balançar a cabeleira”.

– Quando ele chegou no segundo turno (em outubro), o time se encaixou. Tanto que formou muito bem a zaga com Marco Aurélio, que também foi fundamental. A equipe foi embalando do meio para a fase final. A gente tinha uma mescla de jogadores experientes que chegaram ao clube com jovens de qualidade vindos da base. E isto sempre funcionou no Vasco – apontou Bismarck.

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